As peças começaram a ser veiculadas há uma semana. Gisele faz as vezes de garota-propaganda da fábrica de lingeries Hope.

De sutiã e calcinha, Gisele “ensina” as mulheres brasileiras a dobrar seus maridos, seduzindo-os a fazer-lhes a vontade.

A pasta dirigida por Iriny enxergou na campanha uma promoção do estereótipo da mulher-objeto. Algo que estimula “práticas e pensamentos sexistas”.

Em nota, a secretaria diz ter recebido “reclamações de indignação” contra as propagandas. Não diz que reclamou nem quantos se indignaram.

A ministra expediu dois ofícios. Num, dirigido ao Conar (Conselho Brasilero de Auto-Regulamentação Publicitária), pediu a retirada da campanha do ar.

Noutro, endereçado a Sylvio Korytowski, diretor da Hope, Iriny manifesta seu “repúdio”. Como se vê, a secretaria não parece ter muito o que fazer.